COPROFAM e Cloc-Via Campesina impulsionaram os “Diálogos Independentes sobre Sistemas Alimentares”
Essas instâncias foram realizadas com o objetivo de construir uma visão própria sobre a importância dos sistemas alimentares para gerar incidência e participação em diferentes áreas. Nesse contexto, foram organizadas três reuniões nacionais (Peru, Nicarágua e Uruguai) e três reuniões sub-regionais (Mercosul Ampliado, Mesoamérica + Caribe e América Central).
Representantes de Organizações de Agricultores Familiares, Camponeses, Povos Indígenas, Pastores e Pescadores participaram desses encontros, com o objetivo de contemplar as diversas opiniões sobre os temas propostos.
Aprofundou-se em 3 vias de ação:
• Garantir o acesso a alimentos saudáveis e nutritivos para todas as pessoas.
• Adotar padrões de consumo sustentáveis (promover a demanda por alimentos saudáveis e reduzir o desperdício no abastecimento).
• Promover a produção harmônica com a natureza (agir sobre as mudanças climáticas reduzindo as emissões e aumentando o sequestro de carbono, protegendo e regenerando ecossistemas críticos).
Durante o dia de diálogo do Mercosul ampliado contamos com a presença do diretor do Instituto Fome Zero, José Graziano da Silva, que fez uma apresentação sobre como se estruturam os sistemas alimentares: os principais problemas e os impactos que eles têm na vida de uma forma produtiva. sistema especialmente na Agricultura Familiar e Indígena e os grandes desafios que temos pela frente para enfrentar e mudar os sistemas alimentares atuais por outros mais sustentáveis.
A apresentação completa:
Presentación de José Graziano da Silva sobre cómo se estructuran los sistemas alimentarios: los grandes retos e impactos en la vida del sistema productivo.


